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Recuo de 4,1% do PIB é o maior no acumulado de 12 meses, aponta pesquisa da FGV

A Fundação Getúlio Vargas divulgou essa semana os resultados da pesquisa sobre o estado da economia no país, especificamente, o que corresponde ao Produto Interno Bruto do país. Segundo a FGV, o PIB brasileiro obteve uma queda de 4,1% em doze meses. Isso significa dizer que o cenário econômico atual está bem pouco favorável para um possível crescimento a curto prazo, já que a crise política do Brasil também tem contribuído significativamente para essa derrocada nos números relativos à economia.

Num momento turbulento que o país passa, as áreas da produção industrial, comércio e construção são as que mais apresentam quedas. Isso significa dizer que as interferências políticas e a falta de incentivo nessas áreas aliadas ao constante crescimento da inflação tem causado sérios danos na lucratividade desses setores.

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Além disso, o estudo mostrou os números do PIB em comparação com dados de estudos anteriores acerca das mesmas áreas de produção, e o resultado foi o seguinte: em fevereiro, o recuo do PIB ficou em torno de 1,97% se comparado com janeiro desse ano e, ainda, de 3,7% na comparação com fevereiro do 2015. Para além, há uma perda de 1,1% no trimestre que foi de dezembro à fevereiro, se comparado com o trimestre encerrado em novembro de 2015.

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No que tange a taxa acumulada nos doze meses, sete dos doze setores de atividades produtivas que foram pesquisadas obtiveram queda, em que a indústria de transformação foi a que mais teve recuo, -10%, seguido do comércio, -9%, e construção, -7,1%.

Das atividades pesquisadas pela Fundação, apenas cinco tiveram alta: indústria extrativista mineral (1,7%), agropecuária (1,2%), serviços imobiliários (0,4%), eletricidade (0,3%) e intermediação financeira (0,2%).

Já no que diz respeito às demandas, esse foi o pior resultado observado na área de formação bruta de capital fixo, ou seja, no setor que corresponde aos investimentos. O que se verificou nesse setor foi uma queda de 15%.

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