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Feirão Caixa 2017: Mais de 200 mil imóveis novos e usados para financiamento

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Aqueles que estão a procura da tão sonhada casa própria, devem ficar atento a esta oportunidade. Começa no próximo fim de semana, o Feirão da Caixa 2017 de imóveis. O evento que é organizado pela Caixa Econômica Federal, irá oferecer cerca de 230 mil imóveis para financiamento em 14 cidades do Brasil. Serão ofertados imóveis na planta, novos e usados de 548 construtoras e 185 imobiliárias.

A 13ª edição do Feirão da Caixa acontecerá em duas etapas, a primeira, será realizada em 11 capitais do país, de sexta-feira (23/05) até domingo, dia 28 de maio. A segunda etapa acontecerá em outras 3 capitais do Brasil, dos dias 23 a 25 de junho.

Confira abaixo nossas dicas sobre o feirão de imóveis, como participar e quais tipos de financiamentos poderão ser contratados para adquirir os bens do feirão. Acompanhe.

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Cidades participantes do Feirão da Caixa 2017

O Feirão da Caixa 2017 irá oferecer imóveis novos e usados para compra em 14 capitais. Desta forma, aqueles que desejam participar do evento, só poderão adquirir o financiamento nas seguintes cidades abaixo. Confira também os locais aonde acontecerão os eventos para disponibilização dos imóveis participantes.

1ª Etapa

Esta primeira etapa do Feirão Caixa acontece nos dias 26 e 27 de maio, das 10hs às 20h. Já no dia 28 de maio, o evento acontece das 10hs às 18. Confira os locais e cidades

  • São Paulo (SP) – Pavilhão de Exposições Anhembi Parque | Pavilhão Oeste
  • Rio de Janeiro (RJ) – RioCentro | Pavilhão 2
  • Campinas (SP) – Expo D. Pedro | Shopping Parque Dom Pedro
  • Belém (PA) – Shopping Center Bosque Grão-Pará
  • Florianópolis (SC) – Centro de Convenções de Florianópolis | Centro Sul
  • Porto Alegre (RS) – Centro de Exposições da FIERGS
  • Belo Horizonte (MG) – Expominas | Pavilhões I e II
  • Recife (PE) – Shopping RioMar
  • Salvador (BA) – Shopping da Bahia
  • Goiânia (GO) – Centro de Convenções Goiânia
  • Uberlândia (MG) – Center Convention

2ª Etapa

Na segunda etapa do Feirão de Imóveis da Caixa, dias 23 e 24 de junho o atendimento acontece das 10h às 20h. Já no dia 25 de junho, as negociações acontecem das 10h às 18 horas.

  • Brasília (DF) – Parque da Cidade | Pavilhão B
  • Fortaleza (CE) – Shopping RioMar
  • Curitiba (PR) – Expo Unimed Curitiba

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Quem pode participar do Feirão de Imóveis

Poderão participar do feirão de imóveis aqueles que possuem idade entre 18 e 80 anos e 6 meses. Os interessados devem levar documento de identidade, CPF e comprovantes de renda e residência atualizados.

A aprovação dos financiamentos, será feita através da análise de perfil financeiro do cidadão. Serão verificados renda bruta mensal dos moradores do imóvel, bem como capacidade de pagamento das prestações. Todo o processo de análise de renda, do imóvel e contratação do financiamento, será feito no único ambiente do feirão.

“Todos que vão morar na residência podem compor a renda bruta mensal, não precisa ser parente. É só comprovar a renda para o financiamento”, conforme afirmou o vice-presidente de Habitação da Caixa, Nelson Souza.

Simulação de financiamentos

A Caixa Econômica informou que aqueles que pretendem adquirir imóveis no feirão, façam antes uma simulação de financiamento no site da Caixa. Desta forma, o participante poderá verificar qual a faixa de financiamento disponibilizada para a compra de imóveis do feirão.

O feirão de 2017 da Caixa irá financiar imóveis que se enquadrem nas faixas 1,5, 2 e 3 do programa Minha Casa Minha Vida, modalidades que usam recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e, também imóveis que utilizam recursos do SBPE, que podem chegar a valores de até R$3 milhões.

Com as várias opções de preços de imóveis, qualquer cidadão que deseje adquirir um imóvel poderá participar do feirão. Os juros de financiamento começam 4,5% ao ano e o prazo de pagamento pode variar entre 5 a 35 anos, de acordo com a faixa de crédito disponibilizada.

Caixa terá financiamento de imóveis de até 3 milhões

A Caixa Econômica Federal irá começar a financiar imóveis até R$3 milhões a partir desta segunda-feira (25/07). A notícia foi divulgada pelo banco, que dobrou a opção de crédito para o setor de crédito do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). As mudanças no sistema de crédito já passam a valer a partir desta data. Financiamentos do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), não sofrerão alterações.

A Caixa anunciou também que irá financiar uma parcela maior do valor dos imóveis por meio do Sistema Financeiro Imobiliário. Para financiar imóveis usados, a cota passou de 60% para 70%. Para imóveis novos, construção em terreno próprio, aquisição de terrenos e reforma ou ampliação, a cota passou de 70% para 80%. Já para operações com quitação de financiamentos, a cota passou de 50% para 70%.

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Mudanças para aquecer setor de financiamentos

Com os aumentos dos limites de crédito para o setor imobiliário, a Caixa Econômica planeja reaquecer o setor imobiliário no Brasil, que sofreu forte queda nos últimos períodos de análise.

Faça uma simulação de seu financiamento

“Quando se trabalha com financiamento, acaba-se tendo dinheiro mais barato e facilitando-se os negócios. E tem-se um conforto maior”, afirmou José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, ao defender que apesar do alto valor do crédito, a opção é de grande valia para investidores.

“Vai auxiliar bastante na compra de imóveis para classes mais elevadas, que vinham sofrendo bastante com a maior dificuldade de financiamento”, afirmou Eduardo Aroeira, vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF).

Recuo de 4,1% do PIB é o maior no acumulado de 12 meses, aponta pesquisa da FGV

A Fundação Getúlio Vargas divulgou essa semana os resultados da pesquisa sobre o estado da economia no país, especificamente, o que corresponde ao Produto Interno Bruto do país. Segundo a FGV, o PIB brasileiro obteve uma queda de 4,1% em doze meses. Isso significa dizer que o cenário econômico atual está bem pouco favorável para um possível crescimento a curto prazo, já que a crise política do Brasil também tem contribuído significativamente para essa derrocada nos números relativos à economia.

Num momento turbulento que o país passa, as áreas da produção industrial, comércio e construção são as que mais apresentam quedas. Isso significa dizer que as interferências políticas e a falta de incentivo nessas áreas aliadas ao constante crescimento da inflação tem causado sérios danos na lucratividade desses setores.

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Além disso, o estudo mostrou os números do PIB em comparação com dados de estudos anteriores acerca das mesmas áreas de produção, e o resultado foi o seguinte: em fevereiro, o recuo do PIB ficou em torno de 1,97% se comparado com janeiro desse ano e, ainda, de 3,7% na comparação com fevereiro do 2015. Para além, há uma perda de 1,1% no trimestre que foi de dezembro à fevereiro, se comparado com o trimestre encerrado em novembro de 2015.

Simule seus ganhos e rendimentos na poupança

No que tange a taxa acumulada nos doze meses, sete dos doze setores de atividades produtivas que foram pesquisadas obtiveram queda, em que a indústria de transformação foi a que mais teve recuo, -10%, seguido do comércio, -9%, e construção, -7,1%.

Das atividades pesquisadas pela Fundação, apenas cinco tiveram alta: indústria extrativista mineral (1,7%), agropecuária (1,2%), serviços imobiliários (0,4%), eletricidade (0,3%) e intermediação financeira (0,2%).

Já no que diz respeito às demandas, esse foi o pior resultado observado na área de formação bruta de capital fixo, ou seja, no setor que corresponde aos investimentos. O que se verificou nesse setor foi uma queda de 15%.

BC anuncia novas estimativas da inflação e retração do PIB ao final de 2016

O Banco Central anunciou novas encolhidas nas perspectivas da economia brasileira e dessa em relação a estimativa, também, da inflação. Ainda que o recuo da inflação seja um ponto positivo – queda para 7,28% -, ainda sim o recuo está longe do teto estimado pelo BC (6,5%) do sistema de metas e mais distante ainda do valor fixado para esse ano (4,5%).

Perspectiva da economia brasileira

Essas novas perspectivas publicadas pelo BC afirmam o que já se tinha como óbvio: um cenário de pouco crescimento da economia brasileira e uma inflação que está longe de atingir uma estabilidade.

De acordo com o relatório de mercado, conhecido como Focus, realizado a partir das expectativas colhidas com cerca de 100 instituições financeiras, a inflação oficial deverá manter-se em 7,28% até o final do ano.

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Estimativas financeiras do cenário

Na semana passa, a previsão que se tinha era que o a média da inflação ficaria em torno de 7,31%. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deve terminar mesmo bem longe do teto estimado pelo sistema de metas do Banco Central.

Já com relação as estimativas ligadas ao PIB (Produto Interno Bruto), os analistas financeiros entrevistados acreditam que haverá uma queda considerável que afetará fortemente a economia brasileira, já que para este ano, a previsão que se tem é que o ano fechará com uma recessão de 3,73%. No entanto, esses valores com relação ao PIB podem mudar, já que até a semana passada, o valor estimado estava em 3,66%.

As taxas de juros para empréstimo pessoal

Vale ressaltar que o PIB é um excelente medidor da economia do país já que ele é a soma de todos os produtos e bens de consumo produzidos dentro e fora do país. Desse modo, ele pode produzir dados importantes sobre o comportamento da economia brasileira.

Para 2017: novas previsões.

Para o ano de 2017, as previsões ainda não são das mais animados, pois as estimativas também apontaram que a inflação se manterá acima dos 7%, portanto ainda muito longe do teto estimado para o ano em questão (6,5%) e, por conseguinte, distante do valor fixado – valor esse que fechará também em 4,5%, assim como o ano de 2016.

Dilma sanciona lei que prevê arrecadação por ganhos de capital

A presidenta Dilma sancionou, no mês de março, lei que prevê arrecadação de impostos encima do ganho de capital – ou seja, o Governo Federal também está taxando lucros obtidos em operações de venda ou transferência de um bem ou direito. Essa diferença entre o valor da venda e o declarado na aquisição, é o que chamamos de ganho de capital. A publicação da promulgação da nova lei foi colocada em edição extra do Diário Oficial da União.

É importante lembrar que, há algumas semanas, algumas regras a respeito já tinham sido modificadas e adotadas, no entanto, só está semana a lei foi de fato aprovada pelo Governo Federal. Com veto em alguns trechos, como na parte em que diz respeito à incidência de novos valores apenas em negociações realizadas a partir de janeiro desse ano e referentes a tributação aplicada com os valores da alíquota aplicada as tarifas do Imposto de Renda, o Governo Federal acredita que essa nova Medida poderá aumentar o volume de arrecadação e diminuir a situação na crise financeira atravessada pelo país.

Novas regras

Sendo assim, as novas regras já estão valendo desde o mês de março. Dentre os destaques dessa Medida Provisória (MP) está o estabelecimento do valor da alíquota fixado em 15% para operações que rendam até R$ 5 milhões e de 17,5% para valores que podem variar de R$5 milhões até R$10 milhões, e em negociações que rendam entre R$ 10 milhões e R$30 milhões, o percentual da alíquota se ajusta para 20%. Para ganhos acima dos 30 milhões, o valor fixado ficou na casa dos 22,5%.

A princípio, essa medida previa um aumento progressivo nos valores percentuais da alíquota. Com base fixada inicialmente em 15% e com aumento gradual, a partir de operações que rendessem R$1 milhão, podendo chegar numa tributação de até 30% em ganhos que ultrapassassem o valor de R$30 milhões. No entanto, essa proposta não agradou muito alguns opositores e nela foram feitos os ajustes para a aprovação ocorrida.

arrecadação por ganhos de capital

Mudanças para melhorar a economia brasileira

Vale ressaltar que essa MP é uma das iniciativas do Palácio do Planalto faz parte do pacote de mudanças no cenário financeiro, com fins de restabelecer e estabilizar a economia brasileira que vem sofrendo duros golpes. Com o aumento da arrecadação, acredita-se que será possível diminuir o rombo financeiro atual dos cofres públicos. Com a mudança nas bases da medida, o que irá ocorrer é uma arrecadação menor do que havia sido previsto.

Créditos encolhem cerca de 4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Quando o assunto é crédito na praça, neste inicio de ano, o que se nota é um sério ambiente de crise e desequilíbrio no Brasil. Segundo dados revelados pelo Banco Central, o Brasil teve uma séria baixa nos estoques de empréstimos – queda de 0,6% de janeiro em relação a dezembro de 2015 –, isto já implica num novo cenário econômico, nada estável e de pouca lucratividade para os bancos do país.

Ainda de acordo com o Banco Central, desde 2007 não se tinha visto um janeiro tão difícil, em termos financeiros. Esse quadro negativo se deve, principalmente, ao aumento da taxa de juros e da inadimplência e, também, da chamada retração econômica. Ou seja, num ambiente de recessão, o que se verifica é uma redução dos estímulos nas duas pontas da economia brasileira, sendo assim a demanda de oferta e procura caiu consideravelmente e contribuiu para a baixa nessas projeções iniciais.

Queda no Crédito

Em 12 meses, o que se pode perceber foi a queda do ritmo do crescimento econômico do país, frustrando as perspectivas do próprio Banco Central – caiu de 6,7% para 6,2% de dezembro para janeiro – que tinha uma expansão de 7%.

Segundo dados do BC, dentro dessa perspectiva, o crédito sofreu uma queda de 4% em relação a janeiro do ano passado, sendo também o quinto mês consecutivo de queda real no estoque. Numa dinâmica desfavorável, outros setores da economia também vêm sofrendo perdas significativas de valores e investimentos, pois já é possível notar esse quadro de crise nos setores de veículos (19%) e de investimentos imobiliários e crédito para investimento em até 12 meses (cerca de 26%) do BNDES.

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Estímulo ao empréstimo

Como medida paliativa, o Governo Federal anunciou, no inicio do mês passado, um pacote de estímulos ao crédito consignado, com fins de diminuir e aquecer novamente a economia. No entanto, a avaliação de mercado demonstrou que esses estímulos não são suficientes para sanar essa crise.

Sendo assim, o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, anunciou que a medida cabível nesse momento é o aumento das taxas de juros e, por conseguinte, do aumento da inadimplência “moderada” nos próximos meses. Para ele, esse de inadimplentes também pode ser um ponto positivo, pois permite que os devedores entrem em contato com os Bancos e renegociem suas dívidas – houve um crescimento de 28% na renegociação de empréstimos no mesmo período de 2015. Além desse fator, Maciel acredita que isto pode dar um tempo considerável para que os bancos se recuperem das perdas financeiras e elevem novamente suas reservas contra elas.

Leia:

Condições de empréstimo para Financiamento de Imóveis dos principais Bancos

juros e taxas para financiamento de imoveis nos bancos

Os principais bancos privados do Brasil, como Bradesco e Itaú, querem pegar uma fatia do que foi deixado pela Caixa Econômica Federal, no que se diz respeito ao financiamento da casa própria. Depois da divulgação dos aumentos dos juros e das regras e financiamento, informadas no início do ano, estas instituições privadas querem entrar no mercado aumentando a oferta por seus financiamentos de imóveis.

Apesar do aumento dos juros e diminuição do teto dos financiamentos da Caixa, os bancos privados ainda não tem como competir no crédito habitacional. Mas outra vantagens para clientes, como aumento no valor do crédito e financiamento maior de entrada, podem ser algumas das vantagens que os clientes podem encontrar nos bancos privados.

Sobre as novas opções de financiamento habitacional em outros bancos, o coordenador do curso de economia do Ibmec, Márcio Salvato, informou que tudo irá depender  do percentual de deslocamento de pessoas do mercado de usados da Caixa para os bancos privados.

“É um novo mercado que está se abrindo. Até então, os bancos privados acirravam briga no crédito para imóvel de alto padrão, quando conseguiam competir. Agora, a realidade é outra, já que a Caixa vai focar imóveis novos e populares, numa tentativa de dar fôlego para o setor da construção”, disse. Ele ressalta que o consumidor deve avaliar o risco de renda futura pra ver se vale a pena esperar ou comprar. “O mercado está realmente propenso a demitir mais do que empregar. Por isso, o comprador deve avaliar seu risco de renda futura pra ver se vale a pena esperar ou comprar”, conclui.

Simulação de financiamento de imóveis nos Bancos do Governo e Privados

Um levantamento feito pelo Estado de Minas, informou quais são as taxas de juros atuais e condições de financiamento de imóveis na Caixa Econômica, Banco do Brasil, Bradesco, HSBC, Santander e Itaú. Confira abaixo o infográfico com uma simulação de financiamento, que mostra quais os limites de financiamento, valor total pago pelo imóvel, valor da entrada e total pago no financiamento, confira:

juros e taxas para financiamento de imoveis nos bancos

 

Financiamentos da Caixa para imóveis tem teto reduzido

Financiamentos da Caixa Econômica Federal para compra de imóveis usados serão reduzidos a partir de maio. A intenção com a mudança é focar somente em moradias novas e, principalmente, reduzir a escassez de recursos que enfrenta por conta da redução dos depósitos na poupança, principal fonte de funding para o crédito imobiliário.

Os financiamentos na Caixa para imóveis terá uma redução de 80% para 50% no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e de 70% para 40% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). Isto, Para operações com recursos da poupança. A Caixa já havia divulgado um aumento de juros para financiamento imobiliário.

Segundo informou a própria Caixa, a reduções não afetarão o sistema de financiamento de habitação e começam a valer a partir do dia 04 de maio. Teotonio Costa Rezende, vice-presidente de Habitação da Caixa, informou que a Caixa vive um problema de funding com a redução dos depósitos na poupança.

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“É inegável que o País vive um certo clima de pessimismo. No médio prazo, tende a afetar confiança do consumidor. A Selic nos níveis atuais dá duas pancadas no crédito imobiliário: torna menos atrativo o principal funding, que é a poupança, e encarece fontes complementares como a LCI (letra de crédito imobiliário)”, afirmou.

Financiamento imobiliário na Caixa terá aumento nos juros

As taxas de juros do financiamento imobiliário terão aumento. A informação foi divulgada na tarde desta quinta-feira (15/01) pela Caixa Econômica Federal, que informou que o aumento se deve a alteração se deve ao aumento da taxa básica de juros, que atualmente é de 11,75%.. O aumento estará valendo para financiamentos realizados a partir do dia 19 de janeiro de 2015.

Serão corrigidas também taxas de juros cobradas sobre financiamento de imóveis residenciais contratadas com recursos da poupança (SBPE). A Caixa informou também que as mudanças afetarão somente cidadãos que tem renda acima de 5,4 mil reais, que ainda não utilizam financiamentos habitacionais contratados com recursos do FGTS.

Mudanças nos juros de Financiamento Caixa

Confira abaixo quais serão as mudanças nas taxas de juros de financiamento da Caixa.

Sistema de financiamento Imobiliário: financiamento de imóveis com valor acima de R$ 750 mil, a taxa de juros anual passará de 9,2% para 11% para os não-clientes.

Sistema de Financiamento Habitacional: financiamento de móveis de até R$ 750 mil com recursos tanto do FGTS como da poupança, permanece em 9,15% para quem não é cliente do banco e sofre alteração para quem é cliente.

Mais detalhes na imagem abaixo:

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A Caixa informou também que financiamentos dos programas habitacionais, como Minha Casa Minha Vida dentre outros que contam com recursos do FGTS não sofrerão qualquer aumento de juros.